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Câncer de pele 09 out 2026 13 min de leitura

Tipos de câncer de pele e seus tratamentos: o que muda em cada diagnóstico

O câncer de pele não corresponde a uma única doença. Carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular, melanoma e tumores cutâneos mais raros apresentam comportamentos, riscos e tratamentos diferentes. Neste artigo, explico os principais tipos de câncer de pele, como eles podem se manifestar, quais tratamentos podem ser utilizados e por que tumores localizados na face, couro cabeludo, orelhas e pescoço podem exigir uma abordagem ainda mais cuidadosa e multidisciplinar.

Tipos de câncer de pele e seus tratamentos: o que muda em cada diagnóstico

Os tipos de câncer de pele e seus tratamentos variam bastante entre si. Embora muitas pessoas usem a expressão “câncer de pele” como se ela descrevesse uma única doença, existem tumores com comportamentos biológicos, riscos de disseminação e estratégias terapêuticas muito diferentes.

Essa distinção é especialmente importante quando a lesão aparece na face, couro cabeludo, orelhas ou pescoço. Nessas regiões, além do controle do tumor, o planejamento precisa considerar estruturas nobres, função, estética, possibilidade de reconstrução e, em alguns casos, o risco de comprometimento de linfonodos cervicais.

No Brasil, o câncer de pele não melanoma é o tipo de câncer mais frequente. Os principais representantes desse grupo são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, também chamado de carcinoma epidermoide. Já o melanoma é menos frequente, porém apresenta comportamento potencialmente mais agressivo e maior capacidade de disseminação.

Por isso, identificar o tipo de tumor é apenas o primeiro passo. O tratamento adequado depende da análise de fatores como localização, tamanho, profundidade, subtipo histológico, presença de invasão de estruturas próximas, estado das margens cirúrgicas, condição clínica do paciente e eventual disseminação regional ou à distância.

O que é câncer de pele?

O câncer de pele surge quando determinadas células da pele passam a se multiplicar de maneira descontrolada. A exposição à radiação ultravioleta é um dos fatores de risco mais importantes, especialmente quando ocorre de maneira cumulativa ao longo da vida ou por meio de episódios repetidos de queimadura solar.

Entretanto, nem todos os tumores cutâneos surgem exatamente da mesma célula. É justamente essa diferença de origem que ajuda a explicar por que alguns crescem lentamente durante anos, enquanto outros apresentam maior capacidade de invadir tecidos ou produzir metástases.

Os três tipos mais conhecidos são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. Existem ainda tumores cutâneos mais raros, como carcinoma de células de Merkel, carcinoma sebáceo e dermatofibrossarcoma protuberante.

O diagnóstico correto geralmente envolve avaliação clínica e, quando indicado, dermatoscopia e biópsia. A análise histopatológica permite confirmar o tipo de tumor e identificar características importantes para o planejamento terapêutico.

Carcinoma basocelular: o tipo mais comum

O carcinoma basocelular, conhecido pela sigla CBC, é o câncer de pele mais frequente. Em geral, apresenta crescimento lento e baixo risco de metástase.

Isso, no entanto, não significa que possa ser ignorado.

Quando permanece sem tratamento, o carcinoma basocelular pode crescer progressivamente e invadir estruturas próximas. Na face, uma lesão aparentemente pequena pode se tornar mais complexa se atingir regiões como nariz, pálpebras, orelhas ou áreas próximas de cartilagens e ossos.

Como o carcinoma basocelular pode aparecer?

A apresentação varia. Algumas lesões parecem pequenas feridas que não cicatrizam. Outras formam nódulos brilhantes, áreas avermelhadas, crostas recorrentes ou pontos que sangram com pequenos traumas.

Por isso, não é adequado avaliar uma lesão apenas pela aparência em fotografias ou compará-la com imagens encontradas na internet. Diversas doenças dermatológicas podem produzir alterações semelhantes.

Como é tratado o carcinoma basocelular?

A cirurgia é uma das principais opções e permite remover a lesão e avaliar suas margens. Dependendo da localização, do tamanho e das características histológicas, diferentes técnicas podem ser consideradas.

A cirurgia micrográfica de Mohs é particularmente útil em situações selecionadas, principalmente quando é necessário preservar tecido saudável e obter controle detalhado das margens. Isso pode ser relevante em regiões anatômicas delicadas, como determinadas áreas da face.

Em tumores superficiais e criteriosamente selecionados, também podem existir alternativas como tratamentos tópicos, curetagem associada à eletrodissecção, criocirurgia ou terapia fotodinâmica.

Já casos localmente avançados ou situações nas quais o tratamento local não seja possível podem exigir estratégias sistêmicas específicas, incluindo medicamentos direcionados a vias moleculares relacionadas ao crescimento tumoral.

A escolha não deve ser feita apenas com base no tamanho visível da lesão. O subtipo do carcinoma, localização, recorrência e extensão microscópica também influenciam a decisão.

Carcinoma espinocelular: quando o risco de disseminação merece atenção

O carcinoma espinocelular, também chamado carcinoma epidermoide ou CEC, surge nos queratinócitos da epiderme.

Ele também está fortemente relacionado à exposição solar acumulada, mas seu comportamento pode ser diferente do carcinoma basocelular. Determinados carcinomas espinocelulares apresentam maior capacidade de invasão e disseminação para linfonodos.

Essa característica ganha importância quando o tumor está localizado na cabeça e no pescoço.

Como reconhecer alterações suspeitas?

O carcinoma espinocelular pode aparecer como uma área endurecida, descamativa ou crostosa, um nódulo, uma lesão semelhante a uma verruga ou uma ferida persistente que sangra e volta a se formar.

Algumas lesões se desenvolvem sobre áreas de dano solar importante ou a partir de alterações precursoras, como determinadas queratoses actínicas.

O crescimento rápido, dor, sangramento persistente, endurecimento e alterações neurológicas próximas à lesão merecem avaliação médica.

Tratamento do carcinoma espinocelular

A cirurgia continua sendo uma das principais formas de tratamento para doença localizada. A remoção permite avaliar margens e características patológicas do tumor.

A cirurgia de Mohs pode ser indicada em alguns tumores de alto risco ou em áreas nas quais a preservação de tecido é particularmente importante.

Outras modalidades, como radioterapia, podem ser utilizadas em situações específicas, seja como tratamento principal quando a cirurgia não é adequada, seja de forma complementar em determinados casos de maior risco.

Quando existe doença localmente avançada, comprometimento linfonodal ou metástase, o tratamento muda de dimensão. Pode ser necessária uma abordagem multidisciplinar envolvendo cirurgia, avaliação dos linfonodos cervicais, radioterapia e tratamentos sistêmicos.

Atualmente, medicamentos imunoterápicos que atuam sobre a via PD-1 representam uma alternativa importante em determinados carcinomas espinocelulares avançados que não podem ser tratados adequadamente apenas com terapias locais.

Melanoma: menos frequente, mas potencialmente mais agressivo

O melanoma tem origem nos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina.

É menos frequente que os carcinomas basocelular e espinocelular, porém merece atenção especial devido à sua maior capacidade de disseminação.

Quando identificado precocemente, pode ser tratado com excelentes perspectivas. Conforme aumenta a profundidade e o estágio da doença, entretanto, o planejamento se torna mais complexo.

A regra ABCDE ajuda, mas não substitui avaliação médica

Uma maneira conhecida de observar pintas e manchas é a regra ABCDE:

Assimetria: uma metade da lesão é diferente da outra.

Bordas: contornos irregulares ou pouco definidos.

Cor: presença de diferentes tonalidades na mesma lesão.

Diâmetro: lesões maiores merecem atenção, embora melanomas também possam ser pequenos.

Evolução: qualquer mudança recente de tamanho, formato, cor ou comportamento.

O “E” de evolução é particularmente importante. Uma pinta que começa a mudar ou uma nova lesão diferente das demais deve ser avaliada.

Também é importante lembrar que nem todo melanoma segue perfeitamente essas características.

Como é tratado o melanoma?

Nos melanomas localizados, a cirurgia é a base do tratamento. Após o diagnóstico histológico, a largura das margens cirúrgicas é definida de acordo com características do tumor, especialmente sua espessura.

Em situações selecionadas, pode ser indicada a pesquisa do linfonodo sentinela. Esse procedimento ajuda a avaliar se houve disseminação microscópica para o primeiro linfonodo de drenagem da região.

Nos estágios mais avançados, o tratamento pode incluir imunoterapia e terapia-alvo. A escolha depende do estágio, das características moleculares do tumor e de outros fatores clínicos.

A evolução do tratamento sistêmico do melanoma nas últimas décadas modificou de maneira importante as possibilidades terapêuticas, mas isso não reduz a importância do diagnóstico precoce. Quanto mais inicial o melanoma, geralmente mais simples é a estratégia necessária para seu controle.

Outros tipos de câncer de pele

Embora os três tumores anteriores concentrem a maior parte dos diagnósticos, existem outros cânceres cutâneos que precisam ser lembrados.

O carcinoma de células de Merkel é raro e apresenta comportamento agressivo, com possibilidade de disseminação para linfonodos e outros órgãos.

O carcinoma sebáceo pode surgir em glândulas sebáceas e merece atenção especial quando aparece na região das pálpebras, onde eventualmente pode se confundir com condições benignas.

O dermatofibrossarcoma protuberante é outro tumor incomum. Costuma apresentar crescimento mais lento, porém pode infiltrar os tecidos localmente e exige planejamento adequado das margens de tratamento.

A existência desses tumores reforça um ponto fundamental: não existe tratamento universal para uma lesão simplesmente porque ela está na pele.

Por que câncer de pele na cabeça e no pescoço exige atenção especial?

Uma parcela importante dos cânceres de pele relacionados à exposição solar aparece justamente nas áreas mais expostas: face, orelhas, couro cabeludo e pescoço.

Nessas regiões, poucos milímetros podem fazer diferença.

Uma lesão próxima ao olho, por exemplo, envolve preocupações diferentes de uma lesão localizada no tronco. O mesmo ocorre com tumores no nariz, lábio, orelha ou couro cabeludo.

Além de remover adequadamente o tumor, pode ser necessário preservar estruturas responsáveis por funções como visão, movimentação da face, fala, mastigação ou deglutição.

Outro aspecto importante é o sistema linfático. Determinados tumores cutâneos mais agressivos podem se disseminar para linfonodos do pescoço. Nesses casos, um médico especialista em cabeça e pescoço pode participar da avaliação e do tratamento, principalmente quando existe suspeita ou confirmação de comprometimento de estruturas profundas ou linfonodos cervicais.

Dependendo do caso, o planejamento também pode envolver dermatologista, patologista, oncologista clínico, radioterapeuta e cirurgião plástico ou reconstrutivo.

Como o médico define o melhor tratamento?

É comum que pacientes recebam diagnósticos aparentemente semelhantes e tratamentos diferentes. Isso não significa necessariamente que um tratamento esteja certo e outro errado.

A medicina oncológica trabalha com estratificação de risco.

Entre os fatores considerados estão:

  • tipo histológico do tumor;
  • subtipo e grau de diferenciação;
  • tamanho;
  • profundidade;
  • localização;
  • velocidade de crescimento;
  • presença de invasão perineural;
  • comprometimento de estruturas profundas;
  • estado das margens;
  • primeiro tumor ou recorrência;
  • imunossupressão;
  • presença de linfonodos suspeitos;
  • metástases;
  • condições clínicas do paciente.

Por isso, afirmar que “todo câncer de pele é retirado da mesma forma” simplifica demais uma situação que pode exigir decisões bastante individualizadas.

Cirurgia sempre é necessária?

Não.

Embora a cirurgia seja central no tratamento de muitos cânceres de pele, existem situações nas quais outros métodos são indicados.

Tumores superficiais criteriosamente selecionados podem ser tratados por técnicas locais ou medicamentos tópicos. A radioterapia pode ser empregada quando a cirurgia não é recomendada ou como parte complementar do tratamento. Tumores avançados podem exigir imunoterapia ou terapia-alvo.

A decisão deve partir do diagnóstico histológico e da avaliação do risco oncológico.

O objetivo não é simplesmente eliminar o que é visível na superfície. O tratamento precisa controlar a doença levando em consideração sua extensão microscópica e seu potencial de comportamento futuro.

Uma ferida que não cicatriza deve ser investigada?

Sim, especialmente quando persiste, volta a sangrar ou apresenta crescimento.

Isso não significa que toda ferida seja câncer. Infecções, traumas, dermatites e diversas condições benignas também podem causar lesões persistentes.

O problema está em normalizar uma alteração que permanece por semanas ou meses.

Uma lesão que forma crosta, melhora parcialmente e depois reaparece também merece atenção. Na dúvida, a avaliação profissional é mais segura do que acompanhar indefinidamente em casa.

Diagnóstico precoce muda o tratamento

Nos cânceres de pele, alguns milímetros podem representar uma diferença importante.

Uma lesão pequena e superficial frequentemente permite tratamento menos complexo. Quando o tumor cresce profundamente, alcança cartilagem, músculo, osso ou outras estruturas, o procedimento pode se tornar maior e a reconstrução mais difícil.

No melanoma e em determinados carcinomas espinocelulares, a progressão também pode aumentar o risco de disseminação.

Por isso, o maior benefício de observar a pele não está em tentar fazer um diagnóstico sozinho. Está em perceber alterações e procurar avaliação em tempo adequado.

Depois do tratamento, o acompanhamento continua

Retirar um câncer de pele não encerra necessariamente o cuidado.

Pacientes que já apresentaram um tumor cutâneo podem ter maior risco de desenvolver novas lesões. O acompanhamento permite avaliar a cicatriz tratada, identificar sinais de recorrência e examinar o restante da pele.

A periodicidade das consultas depende do tipo de câncer, do estágio, dos fatores de risco individuais e do tratamento realizado.

No melanoma e em tumores cutâneos de maior risco, o acompanhamento pode incluir também avaliação de linfonodos e exames complementares quando indicados.

Proteção solar, redução da exposição excessiva à radiação ultravioleta e atenção a novas lesões continuam importantes após o tratamento.

O tratamento correto começa pelo diagnóstico correto

A principal mensagem é simples: câncer de pele não é uma doença única.

Carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular, melanoma e tumores cutâneos raros apresentam comportamentos diferentes e exigem decisões próprias.

Na maioria das vezes, especialmente quando diagnosticados precocemente, existem boas possibilidades de tratamento. Mas localização, profundidade, agressividade e extensão da doença precisam ser analisadas antes de escolher a melhor estratégia.

Quando a lesão está localizada na face, couro cabeludo ou pescoço, ou quando há suspeita de comprometimento de estruturas profundas ou linfonodos cervicais, a participação de um médico especialista em cabeça e pescoço pode fazer parte de uma abordagem multidisciplinar.

Se uma pinta está mudando, uma ferida não cicatriza ou uma lesão continua crescendo, não é necessário tentar descobrir sozinho qual tipo de câncer ela poderia representar. O passo mais importante é procurar avaliação médica para chegar ao diagnóstico e, a partir dele, definir o tratamento adequado.

PERGUNTAS FREQUENTES

Qual é o tipo de câncer de pele mais comum?

O carcinoma basocelular é o tipo mais frequente. Geralmente apresenta crescimento lento e baixa capacidade de produzir metástases, mas pode invadir estruturas próximas quando permanece sem tratamento.

Qual é o câncer de pele mais perigoso?

O melanoma é conhecido pelo maior potencial de disseminação para outros órgãos. Entretanto, determinados carcinomas espinocelulares também podem apresentar comportamento agressivo. O risco deve ser avaliado individualmente.

Todo câncer de pele precisa de cirurgia?

Não. A cirurgia é uma das principais formas de tratamento, mas existem situações em que podem ser utilizados tratamentos tópicos, criocirurgia, terapia fotodinâmica, radioterapia, imunoterapia ou terapia-alvo. A escolha depende do tipo e da extensão da doença.

Uma ferida que não cicatriza pode ser câncer de pele?

Pode, mas existem muitas outras causas possíveis. Feridas persistentes, que sangram, formam crostas repetidamente ou aumentam de tamanho devem ser avaliadas por um médico.

Câncer de pele pode dar metástase?

Sim, embora o risco varie muito conforme o tipo. O carcinoma basocelular raramente apresenta metástases. O carcinoma espinocelular apresenta maior risco em determinadas situações, e o melanoma possui potencial significativamente maior de disseminação.

O câncer de pele pode atingir os linfonodos do pescoço?

Sim. Determinados cânceres de pele localizados na cabeça e no pescoço podem se disseminar para linfonodos cervicais, especialmente tumores com características de maior risco. A presença de linfonodos suspeitos precisa ser investigada.

Quando um médico especialista em cabeça e pescoço participa do tratamento?

A participação pode ser necessária quando o tumor envolve estruturas da cabeça e do pescoço, apresenta extensão profunda ou existe suspeita ou confirmação de comprometimento de linfonodos cervicais. O tratamento pode ser feito em conjunto com outras especialidades.

O melanoma sempre começa em uma pinta?

Não. Ele pode surgir em uma pinta existente, mas também pode aparecer como uma nova lesão na pele. Por isso, mudanças em pintas antigas e aparecimento de lesões diferentes das demais merecem atenção.

Depois de retirar um câncer de pele, posso ter outro?

Sim. Pessoas que já tiveram câncer de pele podem apresentar maior risco de desenvolver novas lesões. Por isso, o acompanhamento médico e os cuidados de proteção contra radiação ultravioleta continuam importantes.

“Pacientes que recebem tratamento adequado precocemente tendem a apresentar as maiores taxas de cura.”

Dr. Anisha B. Patel

ANÁLISES COMPLEMENTARES

Câncer de pele não melanoma no Brasil — INCA

O INCA informa que o câncer de pele não melanoma é o câncer mais frequente no Brasil e destaca carcinoma basocelular e carcinoma epidermoide como seus principais tipos. A instituição também aborda fatores de risco, diagnóstico, tratamento e acompanhamento.

Link: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/pele-nao-melanoma

Melanoma — INCA

O INCA apresenta informações sobre melanoma, fatores de risco, diagnóstico e possibilidades de tratamento, além de destacar a importância do diagnóstico precoce.

Link: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/pele-melanoma

Tratamento de carcinoma basocelular e espinocelular — National Cancer Institute

O NCI apresenta uma revisão detalhada das possibilidades terapêuticas para carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular, incluindo cirurgia convencional, cirurgia de Mohs, radioterapia, criocirurgia, terapias tópicas e tratamentos sistêmicos para doença avançada.

Link: https://www.cancer.gov/types/skin/hp/skin-treatment-pdq

Diagnóstico e tratamento do melanoma — American Academy of Dermatology

A American Academy of Dermatology aborda diagnóstico, estadiamento e diferentes possibilidades de tratamento para melanoma, incluindo cirurgia, avaliação de linfonodos, imunoterapia e terapia-alvo.

Link: https://www.aad.org/public/diseases/skin-cancer/types/common/melanoma/diagnose-treat

Tipos de câncer de pele — American Academy of Dermatology

Material complementar sobre os diferentes tipos de câncer de pele e suas características clínicas.

Link: https://www.aad.org/public/diseases/skin-cancer/types

Artigo utilizado como referência temática — CURE

“Types of Skin Cancer and Their Treatments” apresenta uma visão geral dos principais cânceres de pele e das diferentes estratégias de tratamento, com destaque para carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.

Link: https://www.curetoday.com/view/types-of-skin-cancer-and-their-treatments